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Biblioteca Monsenhor Marques da Fonseca

terça-feira, 26 de maio de 2015

Inicição Cientifica

A Casa de Rui Barbosa está com bolsas de iniciação científica para estudantes de graduação em ciências humanas e sociais aplicadas, além de letras e artes, arquivologia, museologia e arquitetura. http://ow.ly/NppYU

quarta-feira, 20 de maio de 2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

Livro " A representação da informação na BN: do documento tradicional ao digital

Novo livro: "A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital"

Desde 1810, quando d. João VI trouxe ao Brasil o acervo de sua coleção de livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas e inaugurou a Real Biblioteca no país, até o momento atual, em que a ciência da informação é uma disciplina instituída, as atividades de tratamento da informação não param de se transformar.
A trajetória das mudanças ocorridas na Real Biblioteca, hoje Biblioteca Nacional, e sua relação com a memória da ciência da informação no Brasil é narrada em A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital, de Ângela Monteiro Bettencourt. O livro, lançado pela Fundação Biblioteca Nacional e oferecido em formato PDF na BNDigital, é o primeiro volume da Coleção Ramiz Galvão, criada para divulgar estudos nas áreas da biblioteconomia e ciência da informação.
A autora é coordenadora da Biblioteca Nacional Digital – BNDigital e reúne a experiência de mais de trinta anos de exercício da profissão de bibliotecária na maior biblioteca do país. O livro surgiu como resultado da dissertação de mestrado da autora, que utilizou o rico acervo da própria Biblioteca Nacional para pesquisar sobre processamento técnico antes do aparecimento do digital.
A pesquisa acompanha a evolução dos padrões, normas e protocolos para a representação da informação na Biblioteca Nacional, incluindo os atuais sistemas de documentação digital. “O tratamento da informação digital na Biblioteca Nacional reflete o tratamento da informação de uma maneira geral. A Biblioteca Nacional é a instituição de memória mais antiga do Brasil e sempre foi a agência bibliográfica referencial para outras instituições. Fomos pesquisar o passado para estudar a representação atual da informação digital”, conta Ângela.
A pesquisadora explica também a relevância do tema para as bibliotecas modernas: “a informação digital equaliza duas questões antagônicas entre si – a preservação e o acesso à informação. Trata-se do futuro da informação, principalmente porque o potencial de acesso é multiplicado, várias pessoas podem acessar sem que o suporte se deteriore, ou seja, seriamente prejudicado”, justifica.
A BNDigital (http://bndigital.bn.br) oferece na internet grande parte dos mais relevantes documentos guardados pela Fundação Biblioteca Nacional. E, assim, proporciona tanto a disseminação do conhecimento quanto a preservação dos originais, evitando seu manuseio.
Voltado para profissionais, pesquisadores e estudantes de biblioteconomia, ciência da informação e áreas afins, o livro A representação da informação na Biblioteca Nacional preenche um espaço fundamental na discussão de temas como tratamento de coleções no país e armazenamento de documentos nos formatos analógico e digital.

O texto completo (8.27 Mb) está disponível no URL: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1431511/drg1431511.pdf

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Morte de Ariano Suassuna

  No dia 23 de Junho de 2014, faleceu no Real Hospital Português em Recife o Escritor, poeta e Dramaturgo Ariano Suassuna.
     O que falar deste homem que teve sua vida – e sua obra, em consequência – drasticamente transformada pela História do Brasil. Ele nasceu em 16 de junho 1927, em Nossa Senhora das Neves, o nome de então da capital da Paraíba, quando seu pai, João Suassuna, era presidente do Estado. Três anos depois, já fora do governo, João foi morto durante as tensões políticas que se seguiram ao assassinato de seu sucessor João Pessoa, em 3 de outubro. O crime, passional, foi usado como estopim político para deflagrar a revolução que levaria Getúlio Vargas ao poder. Por boatos de seu suposto envolvimento na morte de João Pessoa, João Suassuna, de uma fação política oposta à de João Pessoa, foi assassinado no dia 9 de outubro de 1930, no Rio. 
       Com a morte do patriarca, a família Suassuna se mudou para Taperoá, no Sertão dos Cariris paraibano, em 1933. Ali, o menino Ariano teve contato pela primeira vez com as manifestações tradicionais nordestinas (como cantadores, autos e violeiros) que seriam um dos eixos estruturantes de toda sua obra. Na adolescência, Ariano mudou-se para Recife, capital de Pernambuco, onde completou os estudos secundários e começou a estudar direito.

Também foi ali que começou a participar dos primeiros encontros com os círculos artísticos locais. Sua primeira obra, a tragédia Uma Mulher Vestida de Sol, veio a público em 1947, quando o então jovem escritor contava 20 anos. Na peça, já despontavam os elementos que dariam coesão à obra de Suassuna pelas décadas seguintes: o casamento de referências da cultura erudita com as manifestações populares (o romanceiro nordestino, no caso de Uma Mulher Vestida de Sol).
Suassuna alcançou a consagração em 1955, com a estreia de O Auto da Compadecida, até hoje sua obra mais conhecida. 

Suassuna abandona de vez a carreira de advogado para assumir a cátedra de Estética na Universidade Federal de Pernambuco.
Suassuna a partir daí começa a alternar um ativo papel como agitador da cultura nordestina, em paralelo com sua produção ficcional.Em 1959, funda, com o romancista e dramaturgo Hermilo Borba Filho, o Teatro Popular do Nordeste, embrião do que viria a ser, em 1970, o Movimento Armorial, também capitaneado por ele. A proposta estética do Movimento Armorial era a de revisitar símbolos, sons, manifestações artísticas apropriados pela cultura popular brasileira, mas que remontam à cultura barroca ibérica. O objetivo era criar uma "forma de arte erudita baseada nas raízes populares da cultura brasileira". 
Além de escritor, Suassuna esteve três vezes à frente de secretarias estaduais em Pernambuco. Foi Secretário de Educação e Cultura de 1975 a 1978; e de Cultura entre 1995 e 1998 (no governo Miguel Arraes) e assessor especial do governo de Eduardo Campos a partir de 2007. Foi eleito em 1989 para a cadeira de nº 32 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Genolino Amado. O patrono da cátedra é Araújo Porto Alegre.





Fonte: ZERO HORA

terça-feira, 8 de julho de 2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Colônia de Férias


Colônia de Férias é no Colégio Sagrada Família 




quarta-feira, 14 de maio de 2014

ENEM 2014

Desde do dia 12 à 23 de maio, você estudante do Ensino Médio poder fazer sua inscrição acesse o linkhttp://enem.inep.gov.br/, não perca mas tempo. As provas serão realizadas nos dia 08 e 09 de Novembro